Todos os cavalos mostram sensação ou sensibilidade nervosa normal. Quando essa sensação é aumentada além dos limites normais é chamada de hipersensibilidade.
Hipersensibilidade pode ser produzida por uma série de ocorrências normais, como uma picada de inseto ou "machucado" auto-infligido acidentalmente.
Hipersensibilização é o termo usado para definir a produção artificial de hipersensibilidade e é contrário ao bem-estar do cavalo e ao "fair play".
Em competições da FEI, a determinação de hipersensibilidade no cavalo é feita por uma combinação de exames termográficos e clínicos, realizado por pelo menos dois veterinários de eqüinos experientes.
A termografia é um meio de detecção de padrões anormais de calor da pele através do uso de uma câmera de imagens. O exame clínico é realizado através da observação e palpação (aplicação de pressão manual).
Ambos os exames são feitos na frente de todos os quatro membros do cavalo, particularmente na direção do boleto para o casco.
No caso de ser encontrado "hipersensibilidade", um novo exame será feito em um momento posterior para confirmar a persistência da hipersensibilidade.
A evidência em vídeo é tomada em ambos os exames clínicos para a apresentação ao Júri de Campo, que tomará uma decisão sobre a interdição em razão do bem-estar do cavalo. Não há recurso contra a decisão do Júri de Campo. Todos esses casos estão sujeitos a testes do Medication Control Programme (MCP) para a detecção de substâncias proibidas.
CLIQUE AQUI e confira a explicação de Paul Farrington - veterinário nomeado da FEI e membro da equipe de termografia na FEI World Cup ™ Jumping Final, em Genebra – sobre o conceito de hipersensibilidade, após a desqualificação do cavalo Sapphire, montado por McLain Ward dos EUA, na Final da Copa do Mundo ™ em Genebra.
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