André Beck, responsável pela Sportcom Marketing, fala com exclusividade ao Por Fora das Pistas e revela detalhes sobre a versão 2008 do AOIHS e muito mais. Confira!!!!

André Beck é o responsável pela Sportcom Marketing, assessor de imprensa e empresário do cavaleiro Doda Miranda, assessor de imprensa de Rodrigo Pessoa, assessor de imprensa e marketing da CBH e principal organizador do AOIHS.

Em entrevista exclusiva ao Por Fora das Pistas, ele revela detalhes sobre o AOIHS, a sua visão de maketing esportivo e o posicionamento que deve ser adotado para atrair mídia e construir uma imagem positiva para o hipismo nacional.


André Beck - responsabilidade duplicada em razão do sucesso estrondoso do AOIHS em 2007


AOIHS 2007, presença VIP nas mesas e camarotes; fonte: organização AOIHS 

PFDP - Já existe um ante-programa do concurso? Quais são as principais modificações em relação ao ano passado?

André Beck - Já temos o ante-programa do AOIHS, mas ele está sendo modificado.  O novo deverá ficar pronto em torno do dia 20 de julho e será submetido à aprovação da FEI. A principal modificação será em relação às duas provas da final do GCT e a inclusão da prova de seis barras, que acontecerá na sexta feira à tarde. Na série internacional teremos 60 cavaleiros, sendo os 25 melhores do ranking do Global Champions Tour, 15 convidados europeus, que estão entre os 150 do ranking mundial, 10 cavaleiros locais, além de 10 sul-americanos.  Entretanto, para os 10 cavaleiros locais ainda precisamos de uma aprovação da FEI.


Arquibancadas lotadas e ingressos esgotados na edição 2007 do AOIHS; fonte: organização AOIHS

Quais são as alturas / séries internacionais que acontecerão? Qual é o formato da prova final do Global Champions Tour?

Ao todo teremos 10 provas internacionais: duas provas de 1,45m, além do Mini GP da mesma altura, duas provas do GCT de 1,60m, duas provas de 1,50m, um GP de 1,55m, a prova de seis barras e a final dos mirins com os profissionais. A final do GCT será disputada em dois dias.  Na quinta-feira acontecerá  uma prova ao cronômetro onde se classificam os 18 melhores para a prova de Sábado.  Nesta prova temos 100 mil euros de prêmio e a ordem de entrada para a final no Sábado é inversa à classificação deste dia. No Sábado será uma prova com um desempate,  aonde os 18 finalistas entram zerados para definição do grande campeão e neste dia a premiação é de 900 mil Euros.


Lançamento do AOIHS 2008 - Nelson Pessoa (centro) ao lado do anfitrião Doda e os organizadores do evento

Este ano , o AOIHS será a final do GCT, a expectativa é de que todos os finalistas estejam presentes ao evento? Além dos finalistas, a organização do concurso convidará outros cavaleiros?

Com certeza os 25 melhores classificados estarão no Brasil para disputar 1 milhão de euros em prêmios somente para a Final.  Tenho acompanhado algumas etapas do GCT na Europa e todos querem saber como será o torneio no Brasil. Eles estão acompanhando de perto a classificação.  O evento do ano passado também serve como referência e vários cavaleiros que não vieram e querem vir neste ano. Da Europa, alem dos 25 classificados, convidaremos mais 15.


AOIHS - Daniela Zurita (comercialização e marketing) e André Beck (coordenação geral e organização esportiva do evento)

Cavaleiros e Amazonas da América do Sul e, em especial do Brasil serão convidados ao evento? Caso sim, quantos?

A princípio teremos 10 do Brasil  e  10 da América do Sul.  Esta foi a nossa solicitação à FEI e estamos aguardando uma aprovação da entidade.

Com o sucesso do evento do ano passado, a procura por cotas de patrocínio deve ter aumentado. Quais são os principais patrocinadores deste ano?

Graças a Deus aumentou sim... e isso prova que um trabalho bem feito, pensando a longo prazo e inovando, as portas se abrem.  Já temos cotas fechadas com a Nestlé, Hyundai, Mapfre, Amil, Pamcary, Vivo, Stella Artois, Rolex, CN, Amsterdan Sauer, Hilton e Usiminas. Estamos em negociação avançada com vários outros, sendo que mais seis estão em processo de fechamento de contrato.

As provas nacionais serão realizadas para quais categorias? De que forma serão escolhidos e/ou convidados os conjuntos para participar? E qual será o formato das mesmas?

Repetiremos as categorias do ano passado, que são Mirim, Junior, Jovem Cavaleiro, Amador e Amador Top.  A pedido da CBH devemos incluir mais uma categoria, que deve ser a Pré-Junior. Todas estas provas serão disputadas na 3ª e 4ª feiras na pista de areia e a partir de quinta-feira as finais serão na pista principal. Os convites seguirão o mesmo critério do ano passado.  Os melhores do ranking da CBH e mais convidados do Comitê Organizador.

Quem serão os desenhadores de percurso da série internacional e nacional?

Nas duas provas da final do GCT o desenhador será o alemão Frank Rothenberger.  Nas outras provas do CSI será o Guilherme Nogueira Jorge e no CSN o Leopoldo Palácios.


AOIHS 2007: O campeão do GP Nestlé, John Withaker, com Utah van Eperkom, levou o Troféu Aristótoles Onassis; foto: organização AOIHS

Haverá transmissão ao vivo pela TV para o Brasil?

A transmissão ao vivo está confirmada pelo SPORTV das duas provas do GCT e estamos estudando se teremos mais alguma.  A TV GLOBO fará, como no ano passado, uma cobertura super especial de todo o evento com possibilidades de transmissão ao vivo do Mini GP. A Eurosport transmite as duas provas do GCT para toda a Europa, ao todo são 59 países. Com a ajuda do Rodrigo Pessoa, estamos negociando com a CNN uma entrada ao vivo na final de sábado para todo o mundo.

Há uma preocupação do público de que os ingressos se esgotem em muito pouco tempo. Haverá algum tipo de controle para evitar que uma mesma pessoa possa comprar um número muito grande de ingressos e/ou até mesmo evitar que os mesmos caiam na mão de cambistas ?

Tudo o que pudermos fazer para que isso não aconteça, será feito.  Neste ano, estamos trabalhando com a Ticket Master, uma das mais conceituadas empresas do ramo e vários controles foram implementados para isso. Infelizmente o espaço físico para criar mais arquibancada na SHP é complicado.  Para 2008 trabalhamos com uma nova estrutura de montagem para aumentar o espaço para o público, assim como, analisando outras possibilidades.

Os conjuntos da série nacional terão direito a ingressos? Quantos?

Como no ano passado.  Cada cavaleiro tem direito a um acompanhante e dois proprietários por cavalo.  Essa é a regra internacional e nacional.

Haverá algum evento paralelo ao AOIHS 2008? Alguma nova opção para a praça de alimentação?

Teremos um palco bem bacana num lugar diferente com atrações todos os dias dentro do picadeiro. No Sábado à noite, depois da Final, teremos a festa de premiação do GCT no Buddha Bar.  Ao longo da noite, ela se transformará em uma festa mais jovem com muita música.


O amplo lounge e a praça de alimentação no picadeiro coberto da Sociedade Hípica Paulista; fonte: organização AOIHS

O Doda já sabe com quais cavalos pretende saltar? E o Rodrigo? Fale um pouco sobre esses cavaleiros e os planos dos mesmos para 2008?


Doda no AOIHS 2007 - the best rider in the show; foto: organização AOIHS

O Doda deve contar com a AD Picolien, AD Peanuts e AD Ornella e o Rodrigo com o Rufus, Let's Fly e Palouchin.  Como ainda falta muito tempo, tudo pode mudar. No momento o foco dos dois é Hong Kong e a equipe do Brasil, assim como somar pontos para estar entre os 25 melhores na final em São Paulo.

Qual é a sua expectativa para a equipe / resultados do Brasil para Pequim 2008?

(*) A matéria foi finalizada antes da convocação da amazona Camila Benedicto para integrar a equipe olímpica do Brasil.

Ainda precisamos da definição do quarto conjunto, que será muito importante.  Isso levando em consideração que o Doda, Rodrigo e Bernardo já estão definidos. Gostaria de deixar bem claro que essa  é uma opinião minha.  O Doda está numa fase excelente, 19º do mundo e com a Picolien sendo muito constante nos mais difíceis GPs. 

O Rufus vem crescendo a cada concurso e tem faltado muito pouco para emplacar num GP importante.  O Chupa Chup também tem conseguido resultados muito bons, ele saltou super bem em Wiesbaden, Hamburgo, Mônaco e agora em Estoril. Por isso, para mim, estes três estão certos e têm condições de representar bem o Brasil. Olimpíada é muito difícil e precisamos de um quarto conjunto forte, assim como um reserva que esteja pronto. 


O conjunto Bernardo e Chupa Chup 2 - experiência e consistência para Pequim 2008; foto: Juliana Ribas

A CBH está trabalhando para definir isso.  Dependemos do estado do cavalo do Pedro Veniss, que poderá ser um conjunto importante para a equipe. Acabamos de assistir a Copa das Nações em Aachen e a Alemanha, novamente, é a favorita.  Ao mesmo tempo todas as outras equipes não estão tão fortes e isso vai fazer de Hong Kong uma Olimpíada bem interessante. 

Os Estados Unidos também são fortes.  A Holanda pode sofrer um grande baque e perder um conjunto importantíssimo para a sua equipe.  O Albert Zoer quebrou a perna em dois lugares e pode estar fora dos Jogos em Hong Kong. Se estivermos bem no dia, tenho certeza de que podemos brigar por mais uma medalha por equipes.  Estou confiante.

Como você enxerga o hipismo no Brasil após a conquista do Pan e os bons resultados que os brasileiros estão obtendo atualmente no circuito internacional. A pergunta é no sentido de comparar esse hipismo brasileiro vis-a-vis o "hipismo praticado no Brasil?

Não podemos querer nos enganar, o hipismo na Europa é uma coisa e no Brasil é outra.

Sempre será assim por diversas razões e nós não precisamos querer ser iguais a eles, pois não temos condições para isso. O que precisamos é nos adaptar a determinados modelos interessantes e copiar o que dá certo lá e que tenha chance de dar certo no Brasil dentro das nossas limitações.

Os resultados dos brasileiros que vivem na Europa dão força ao hipismo local e fazem com que sejamos mais conhecidos.  Temos que aproveitar isso, sempre.


Rodrigo Pessoa - ícone maior do hipismo brasileiro da atualidade; foto: organização AOIHS - Rodrigo Pessoa, com Rufus, no AOIHS versão 2007

Por outro lado precisamos melhorar a nossa comunicação interna, mudar o sistema de transmissão dos eventos no Brasil e nos tornar mais interessantes para um número maior de pessoas. 

Não temos a pretensão de popularizar a prática do hipismo por razões óbvias, mas podemos tornar o show de um belo desempate mais atraente e conhecido do público em geral.

Os principais eventos do Brasil precisam ter a consciência de que deverão, cada vez mais se tornar um show como outro qualquer para o público de maneira geral, além do público do próprio hipismo. Provas mais interessantes e disputas, que tenham algum objetivo futuro, devem ser prioridade nos horários nobres dos concursos e o foco das transmissões de TV. Pequenos detalhes devem ser o foco dos organizadores de eventos.  Com a soma de vários pequenos detalhes bem feitos conseguimos melhorar nossos concursos sem ter que necessariamente aumentar muito os investimentos.

Como assessor de imprensa e marketing da CBH, quais as ações que estão planejadas para incrementar e elevar o nível do hipismo praticado em solo brasileiro?

Não aceitei este desafio para prometer coisas e pensar que vou mudar o hipismo brasileiro.  Isso não vai acontecer.  Se tiver a oportunidade de implementar um sistema de comunicação que traga bons resultados ao longo do tempo já estarei satisfeito.

O hipismo no Brasil vem crescendo e pode crescer ainda mais.  As modificações feitas pela CBH em alguns itens básicos como a alteração nas categorias, a premiação especial para os GPs com chamada de 1,50m ou mais, e outros itens adotados pelo o atual presidente Mauricio Manfredi, estão sendo fundamentais.

A realização do Pan no Rio, a medalha por equipes e a individual do Rodrigo, assim como o bronze do Adestramento e do CCE foram fundamentais. Acredito que a realização do AOIHS também tenha contribuído.


Medalha de ouro no Pan RIO 2007 - base sustentável para divulgação do hipismo nacional

Comunicar mais e melhor os resultados internacionais e divulgar fatos importantes do hipismo nacional são itens necessários e básicos para a nossa sustentação. Integrar mais os cavaleiros brasileiros que vivem fora do Brasil com a CBH e equipe, também é importante para fortalecermos os ídolos do nosso esporte dentro do nosso país.


Athina Onassis International Horse Show colocando o Brasil na elite do hipismo mundial; foto: organização AOIHS

São inúmeros itens que precisam acontecer e nada acontece a curto prazo.  Por isso, criar um sistema e ter planejamento é tão importante.  Os resultados surgem depois de uma gestão eficiente dentro e fora das pistas. Esse é o legado que o Mauricio Manfredi quer deixar e com certeza toda a sua equipe, assim como eu, que agora faço parte dela.

Como podemos atrair a mídia para o nosso esporte? Por que as ações anteriores falharam?

Existe uma grande diferença em informar resultados e estabelecer uma estratégia de comunicação para um determinado produto. Faltou planejamento estratégico, ou seja, pensar, criar um objetivo e ir ao encontro dele através da divulgação de notícias.

Não é fácil e não temos espaço suficiente para fazer o que precisamos, mas devemos insistir com um foco determinado e claro.  Nem sempre as notícias precisam aparecer nos jornais e em outros veículos, mas é fundamental que eles saibam o que se passa com o nosso esporte. Assim, quando algo importante acontece, fica mais fácil ter o espaço para divulgá-lo.

Outra coisa que nos atrapalhou muito e ainda pode atrapalhar é a mídia negativa.  Hoje é tudo muito frio e as empresas com potencial de investimento em esporte tem diversas possibilidades de escolhas e fazem contas. Na medição de retorno de mídia espontânea, hoje se mede o que deu de positivo e subtrai-se o que deu de negativo.  Se fizermos essa conta ficamos devendo em 2007, o que é muito ruim para irmos buscar patrocinadores.  Ninguém quer colocar dinheiro bom em coisa ruim.  "Falem mal mais falem de mim" não funciona para nós. 

Precisamos ter um ambiente favorável para o patrocinador e nos convencer de que apenas uma pequena parcela sabe o que realmente está acontecendo dentro do esporte.

Precisamos olhar um pouco mais para fora do hipismo, a fim de que ele se torne um produto melhor para atrairmos recursos. A CBH também precisa ter um produto mais forte em relação aos eventos que controla.  Estamos trabalhando nisso e as idéias estão surgindo.

Outro item importantíssimo é a Lei de Incentivo ao Esporte.  Isso mudará o esporte nos próximos anos e precisamos utilizar esse mecanismo de uma forma bastante profissional.

Como disse, não quero e não vou fazer projeções e as possibilidades de se conseguir patrocínio no momento são mínimas.  As Olimpíadas já estão aí e não temos mais tempo de captação.  A captação de recursos pós Olimpíadas sempre tende a cair muito nos próximos 12 meses.  Estes são dados estatísticos e não temos como ir contra eles.

Novamente, o que pretendo fazer é criar um novo modo de pensar em como podemos atingir determinados objetivos, traçar um planejamento consistente e devagar tentar cumprir as metas de cada etapa.

O sistema de certificação para instrutores implementado pelo diretor de saltos Marcello Artiaga é outro passo importantíssimo.  É algo planejado, com metas claras de médio e longo prazo que deve ser apoiado por todos. Fui convidado para exercer esta função na CBH pelo presidente Mauricio Manfredi antes mesmo das eleições e só agora me senti capaz de poder ajudar em função de uma série de mudanças ocorridas na Sportcom.

Hoje tenho uma posição boa,  mas ao mesmo tempo muito delicada, pois as expectativas para o segundo AOIHS são enormes e não temos espaço para erros.   Ter assumido a assessoria de imprensa e marketing da CBH também gera expectativas difíceis de serem atingidas e me coloca numa posição bem menos confortável do que a que eu tinha meses atrás. De qualquer forma, faremos o melhor possível até o mês de dezembro, prazo pelo qual temos o compromisso de estarmos envolvidos na CBH, durante o mandato do Sr. Mauricio Manfredi.


Missão cumprida - Maurício Manfredi no dia da conquista do ouro por equipes no Pan RIO 2007

Fique a vontade para citar ou fazer algum comentário.

O meu comentário final vem de um aprendizado constante.  Determinação e foco nos pequenos detalhes em todas as áreas do nosso esporte.  É isso que vai nos diferenciar de outros esportes que disputam conosco o mesmo mercado.

Lavar roupa suja dentro de casa e sorrir para os  fotógrafos deve ser um dever de todos e exemplos estão ai para serem seguidos.  Construir uma imagem demora anos, custa caro e dá muito trabalho, entretanto, para destruir basta uma atitude impensada.

Não acredito em nada que careça de planejamento.  Nada acontece por acaso, as coisas vem depois de um planejamento bem feito e uma execução eficiente. Isso vale para tudo... organizadores, cavaleiros, dirigentes, professores e juízes.

Um exemplo recente é o sistema de qualificação de instrutores implementado pelo Marcello Artiaga (PRONACAP).  A adesão para o primeiro momento foi ótima, mas se analisarmos cada estado, ainda estamos muito aquém do que deveríamos. Ao todo foram mais 120 adesões, sendo mais de 50 de São Paulo.  O primeiro número é bom, mas o segundo é ruim.  Federações fortes como o Rio de Janeiro só inscreveram cinco instrutores e isso é decepcionante. O projeto tem consistência e pode dar credibilidade para a base de todo o nosso esporte.  É através deste canal que surgem os novos investidores para os profissionais do hipismo e devemos cuidar bem dele, profissionalizá-lo e mostrar desde o início, que somos sérios.  São através destes detalhes que construímos um produto mais forte ao longo do tempo.

Outro exemplo que não posso deixar de citar é o OI Serra & Mar.  Um projeto bem elaborado, com planejamento e que desde o começo tinha um objetivo e um posicionamento dentro do mercado, definido e claro.  Hoje o projeto passa por um grande desafio que é a sua nacionalização.  É arriscado, mas todos precisam apoiar, pois o modelo é um sucesso.  O projeto não pode perder a sua identidade e a CBH vai ajudar no que for preciso.


III Oi Serra & Mar - 2007: O grande campeão Fábio Leivas recebe a premiação junto de sua família das mãos do governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e do anfitrião Marco Antonio Alencar

O Por Fora das Pistas hoje é um canal importante dentro do nosso esporte e por isso tem uma responsabilidade enorme.  Precisamos estar alinhados e caminhando juntos, repassando à comunidade hípica, de forma clara e objetiva, uma informação de qualidade. De resto, conto com o apoio de todos e agradeço a oportunidade.

O Por Fora das Pistas vem a público agradecer ao amigo André Beck pela entrevista exclusiva, assim como, elogiá-lo pelas palavras ponderadas e equilibradas que apontam claramente para um norte previamente desejado e planejado no cenário hípico nacional.









 
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