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Cavalgadas estão suspensas em cinco cidades após caso de mormo (Foto: Secom/Divulgação)

25 de agosto de 2017

Vaqueiro que cuidava de cavalo sacrificado por mormo pode ter sido infectado

O vaqueiro que trabalha na fazenda em que um caso de mormo foi confirmado em um cavalo também está com suspeita da doença. A informação foi repassada pela secretária de saúde de Palmeirante, Beatriz Ferreira. Ela destacou que já foram feitos exames e que as providências para garantir que a doença não se espalhe estão sendo tomadas.

A família do vaqueiro também foi examinada, mas ninguém além dele tem sintomas da doença. Os principais indicativos de mormo são febre, lesões na pele, inchaços no nariz e pneumonia. A doença é de difícil tratamento e pode levar a morte.

O vaqueiro foi encaminhado ao Hospital Municipal de Colinas do Tocantins para fazer exames, mas não ficou internado. O G1 tentou contato com a prefeitura da cidade para perguntar qual o prazo para o resultado, mas as ligações não foram atendidas.

A fazenda onde o cavalo infectado estava foi isolada e o animal foi sacrificado. As propriedades vizinhas estão sendo vistoriadas pela Adapec.

Suspensão das cavalgadas

Cinco cidades da região norte do Tocantins estão com as cavalgadas e tropeadas suspensas após a confirmação de um caso de mormo em um cavalo. A decisão foi da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) que identificou o caso em uma propriedade rural de Palmeirante. Os municípios de Colinas do Tocantins, Nova Olinda, Tupiratins e Brasilândia também só poderão realizar eventos fechados com cavalos ou éguas após cadastro e aprovação na Adapec.

A doença foi descoberta no dia 17 de agosto deste ano. As atividades com cavalos estão suspensas até a conclusão dos exames necessários na propriedade onde o foco apareceu. As baterias de exames são realizadas com um intervalo entre 45 e 90 dias, desde que os resultados sejam negativos.

Fonte: G1

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