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Objetivo é buscar maior representatividade e aproximação de áreas ligadas ao cavalo Crioulo; Foto: Leandro Vieira/ABCCC/Divulgação

17 de novembro de 2016

Seis novas subcomissões compõem a diretoria da ABCCC

A busca por maior representatividade e aproximação de cada área ligada ao cavalo Crioulo resultou na criação de seis novas subcomissões dentro da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC). Dando voz às categorias como as compostas por Ginetes e Núcleos, além de garantir a formação de grupos com pensamento voltado especificamente às Novas Modalidades, Doma de Ouro, Bem-Estar Animal e Manifestações Culturais, eles também foram articulados para expor à diretoria a necessidade de cada segmento.

A ideia do presidente Eduardo Suñe foi concretizada com base em seus 12 anos de experiência na entidade, cuja atuação permitiu que o olhar direcionado ao universo da raça fosse aguçado sobre as demandas que surgem dentro e fora das pistas crioulistas. Explorando o universo de possibilidades da raça, a subcomissão das Novas Modalidades é considerada uma dos pontos chaves para dar continuidade ao fomento, assim como o incentivo direto à Doma de Ouro, que consolidou um grande espaço nas pistas e no coração dos competidores.

Com o novo momento, Núcleos e Ginetes também ganharam o espaço necessário para a troca de ideias e exposição de suas demandas. Assim como enfatiza Vanderlei Casagrande, coordenador de Núcleos. “É uma oportunidade para unir ainda mais a família do cavalo Crioulo e reduzir alguns problemas que por vezes acontecem”, enfatiza o dirigente.

O mesmo se aplica aos Ginetes, cujo comando foi colocado nas mãos de Guto Freire. No que diz respeito à subcomissão Cultural, o coordenador Rodrigo Bauer menciona que a iniciativa serviu como uma porta aberta para o incentivo – o que consolida ainda mais a presença do cavalo Crioulo como objeto acompanhante de melodias, além de explorá-lo como inspiração para demais manifestações culturais relacionadas.

Em meio a isso, há uma preocupação incessante envolvendo o Bem-Estar dos animais que movimentam a raça e suas devidas competições, cuja atenção existe desde muito antes das questões atuais relacionadas à Vaquejada. Com a formação de um grupo responsável por atuar neste segmento, e com a coordenação de Marcelo Cairoli, o planejamento para o futuro já está acontecendo e garante a continuidade do trabalho de proteção.

Fonte: Marina Bonati/ABCCC

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