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Medida é fundamental para proteção dos animais e deve ser realizada em toda a tropa regularmente

18 de agosto de 2018

Saúde Animal – A relevância da vermifugação para saúde dos equinos

Os equinos desempenham um papel fundamental em diversos setores. Os cavalos atuam na lida diária do campo, em práticas esportivas, e até mesmo em atividades terapêuticas e educacionais. Por isso, a manutenção da saúde desses animais é imprescindível.

Diariamente os cavalos são desafiados por diversos parasitas. Entre os principais estão grandes e pequenos estrôngilos, nematódeos, como Oxyuris sp, Habronema e cestódeos. Esses vermes têm ciclos intestinais e pulmonares, mas também podem se instalar em feridas na pele dos animais, é o caso da Habronemose cutânea.

As infestações parasitárias acontecem, principalmente, por meio do contato com locais contaminados com fezes de equinos, como pastagens e cocheiras. Porém, as moscas domésticas e dos estábulos também são importantes fontes de transmissão.

“Esses vetores são responsáveis por carrear as larvas pelo ambiente e entre os animais. Um exemplo, bem comum, de verminose que tem a mosca como vetor é a Habronemose, também conhecida como Ferida de verão. Causada pela Habronema sp a doença gera uma série de lesões na pele do animal afetado”, explica a Médica-veterinária e Gerente de Linha da Unidade de Equinos da Ceva Saúde Animal, Baity Leal.

As verminoses são responsáveis por uma série de prejuízos econômicos, associados a alta morbidade e queda no desempenho dos cavalos. “Um problema enfrentado frequentemente é a verminose subclínica. Nestes casos, o animal não aparenta os sintomas clássicos, mas manifesta quadros clínicos inespecíficos, e queda de performance”, conta Baity.

Entre os principais sintomas apresentados pelos animais acometidos por verminoses estão, pelos secos e arrepiados, anemia, fraqueza, perda de apetite, queda de performance, quadros pulmonares, cólicas e morte. Os animais com grandes infestações, correm o risco da morte massiva dos vermes, o que pode acarretar na obstrução intestinal do equino. Esse cenário é comum em potros contaminados por Parascaris equorum.

Para proteger os equinos, o ideal é investir na vermifugação e na biosseguridade dos animais, antes mesmo do nascimento.

“Em casos de éguas prenhas, por exemplo, o indicado é seguir o protocolo de 4/4 meses, com o uso antiparasitários seguros para essa categoria, como a ivermectina associada ao praziquantel. Depois, um mês antes do parto, a fêmea deve ser vermifugada novamente”, conta Baity.

Além disso, para evitar a exposição dos neonatos aos parasitas, cerca de dez dias antes da parição, a égua deve ser encaminhada para um piquete maternidade. Esse ambiente precisar ser higienizado e não pode ter sido utilizado recentemente por outros animais. “Esse procedimento previne o contato dos potros com altas cargas infectantes de ovos e larvas de vermes”, comenta Baity.

Esse protocolo permite que os potros sejam vermifugados apenas a partir da sexta semana de vida. Porém, toda a tropa deve seguir um esquema de vermifugação de acordo com a categoria e idade, pois só assim será possível mitigar os riscos de contaminação e garantir a saúde dos equinos. O indicado é uma dose de vermífugo a cada 2 meses até o equino completar 1 ano de idade.

Para auxiliar na manutenção da vermifugação dentro das propriedades, a Ceva Saúde Animal desenvolveu uma linha completa de vermífugos que aliam eficácia, segurança e facilidade na aplicação. Entre eles, estão o Padock NF, Padock Gel e o Handicap.

O Padock NF tem como base Ivermectina e praziquantel. Com amplo espectro, o produto age em larvas e vermes adultos de pequenos e grandes estrôngilos, outros nematódeos como Oxyuris sp, Habronema e cestódeos. O produto, em gel, é seguro para o uso em éguas prenhas e potros. Para facilitar a aplicação, o vermífugo possui essência de maçã verde.

Já o Padock Gel oferece eficácia por ter como base a Ivermectina. O produto age em larvas e vermes adultos de pequenos e grandes estrôngilos e nematódeos, como Oxyuris sp e Habronema.

A linha conta também com o Handicap, que é indicado para potros acima de seis semanas e animais estabulados. O produto, em pasta, tem em sua composição ivermectina, praziquantel e ranitidina. Possui ação em larvas e vermes adultos de pequenos e grandes estrôngilos, e em nematódeos como Oxyuris sp, Habronema, e cestódeos.

Sobre a Ceva Saúde Animal
A Ceva Saúde Animal é atualmente a 6ª maior empresa de saúde animal do mundo, presente em mais de 110 países tem sua atuação focada na pesquisa, desenvolvimento, produção e comercialização de produtos farmacêuticos e biológicos para animais de companhia, e produção (bovinos, suínos, equinos e aves). A unidade de equinos é líder brasileira do segmento e detém mais de 30% do Market Share do setor.

Mais informações disponíveis no site: www.ceva.com.br

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