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Imagem do fotógrafo brasileiro, que retrata o Freio de Ouro, será publicada em edição especial da The Chronicle of the Horse, em janeiro

22 de dezembro de 2016

Revista norte-americana reconhece Fagner Almeida entre os melhores fotógrafos equestres do ano

Era para ser um dia qualquer de trabalho, no tão familiar Parque de Exposições Assis Brasil, em sua cidade natal, Esteio (RS). Mas foi justamente a emoção retratada em um registro corriqueiro para Fagner Almeida, durante a cobertura de uma etapa credenciadora ao Freio de Ouro, que a revista The Chronicle of the Horse – uma das principais mídias equestres do mundo – escolheu para destacar o brasileiro entre os melhores fotógrafos do setor neste ano.

A fotografia, do cavalo Niazzi Improviso sendo conduzido pelo ginete Guto Freire em uma das manobras da maior prova da raça Crioula, estará estampada em janeiro, em uma edição especial impressa da revista dos Estados Unidos, junto a cliques dos mais respeitados profissionais das lentes do mundo equestre. Os holandeses Arnd Bronkhorst e Remco Verunik, o canadense Shawn Hamilton e os norte-americanos Tod Marks e Sue Stickle também foram escolhidos como destaques.

Há seis anos atuando como fotógrafo profissional de cavalos, o gaúcho de 32 iniciou no Crioulo e despontou rapidamente. Já fez trabalhos para diferentes raças e, neste ano, foi responsável por registrar o hipismo na Olimpíada do Rio de Janeiro (RJ). Mas não é de hoje que o trabalho de Fagner Almeida vem sendo observado pelos especialistas.

– Entraram em contato comigo, dizendo que eu faria parte desta edição especial da revista, pois já me acompanham desde os Jogos Equestres Mundiais da França, em 2014, que foi justamente a minha primeira grande experiência profissional. Mas também elogiaram o trabalho que venho fazendo aqui no Brasil e no Uruguai – conta.

Antes era apenas um hobby. Fagner Almeida teve seu talento descoberto ao ceder imagens de arquivo para o catálogo do leilão de um amigo criador. Incentivado por um profissional experiente, não hesitou em largar tudo e escolher a fotografia como profissão. Hoje, não esconde a felicidade de ser reconhecido junto a nomes que tanto admira.

– Esses fotógrafos, inclusive da FEI (Federação Equestre Internacional), com décadas de experiência, são meu espelho e minha fonte de inspiração diária. É difícil de acreditar que estou nessa lista, mas sem dúvida é um reconhecimento que me traz ainda mais certeza da escolha que fiz  – revela Almeida.

Fonte: Estela Facchin

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