Por Fora
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26 de novembro de 2015

Região Sudeste tem o maior número de equinos no Brasil

O mercado de cavalos cresce a cada ano e muitos criadores e amantes tem realizado altos investimentos em diversos segmentos de atuação destes animais como: esporte, entretenimento e até como opção para ter mais saúde. Para se ter uma ideia, somente o setor de ração para equinos registrou crescimento de 5,9% comparado ao ano anterior, de acordo com os últimos dados divulgados em 2014 pelo Sindirações (Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal).

O Brasil registrou, em 2013, cerca de 5,312 milhões de equinos (IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2014), sendo que 24,4% desta população está concentrada na região sudeste. Entre os estados, o destaque vai para São Paulo que, com 363.380 cabeças, reúne a maioria das associações de criadores, indústrias de medicamentos veterinários, leilões e eventos equestres. A raça predominante é o Quarto de Milha, principalmente entre Bauru, Marília e Presidente Prudente.

Apesar de a maioria da tropa do país ainda atuar em trabalhos agrícolas, o cavalo ganhou o coração dos criadores, que passaram a entender os benefícios que o animal proporciona ao ser humano. Há centenas de haras espalhados pelo Estado de São Paulo que proporcionam diversas atividades, dentre elas a equoterapia que tem como objetivo oferecer equilíbrio, autoestima e autoconfiança. São vários adeptos a este exercício: desde criança com deficiência e/ou com necessidades especiais a executivos que necessitam mais concentração e equilíbrio em suas ações. É um método terapêutico que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial. Outra prática adotada pelos apaixonados é a cavalgada. Uma terapia contra o estresse ao ar livre, regada de uma bela paisagem, música sertaneja, descontração e conversa fiada entre os amigos.

Independente da atividade que o cavalo irá exercer, todos os cuidados são necessários para que ele tenha um bom desempenho. É primordial que disponha de uma alimentação equilibrada e balanceada.

“Hoje em dia, os criadores entendem a importância de investirem em tecnologias de manejo alimentar e sanitário para cavalos nas diversas fases da vida. Uma dieta balanceada garante maior produtividade, diminui os riscos de doenças e reduz os custos com veterinários e medicamentos” ressalta Claudia Ceola, médica veterinária e supervisora técnica de equinos da Guabi responsável pelo interior de São Paulo.

Fonte: LN Comunicação

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