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Fonte:Everton Souza/La Rural Fotografias

2 de novembro de 2015

Raça crioula tem potencial para crescer nos Estados Unidos

O cavalo é uma das grandes paixões dos norte-americanos e movimenta um forte mercado no país. A raça crioula ainda aparece de forma tímida, onde há a predominância do quarto de milha nas competições. Os animais até então levados para o território americano não tiveram acompanhamento e acabaram subutilizados por não serem trabalhados com qualquer objetivo específico e também pelo desconhecimento da raça e da sua real potencialidade.

O técnico da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), Rodrigo Py, que passa por uma temporada nos Estados Unidos, diz que o desenvolvimento da raça em território americano passa por um trabalho de formação de parceria dos proprietários dos melhores cavalos crioulos de rédeas hoje do Brasil, com treinadores de ponta no país e que sejam formadores de opinião.

– Além disso, teriam que vir junto já alguns bons potros para dar continuidade no projeto, porque também tem que haver sequência. Tenho bem claro que é um mercado extremamente atraente para o crioulo. Temos um longo caminho a percorrer. Mas o americano gosta de cavalo bom e bonito, e isso o nosso crioulo tem de sobra – ressalta.

A raça Crioula já chamou a atenção na conquista de bons resultados em solo norte-americano. Em 2010, o conjunto SJ Rodopio com Wellington Teixeira ficou entre os melhores do mundo nos Jogos Equestres Mundiais, realizado em Lexington Kentuchy, ficando em décimo quarto lugar. Em 2012, o cavalo Alma de Gato Cala Bassa, treinado por Roberto Jou, surpreendeu os americanos e terminou na quinta colocação no NRHA Futurity, realizado em Oklahoma.

Fonte: Canal Rural

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