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7 de janeiro de 2017

Polêmica sobre as mudanças das regras no formato olímpico segue a todo vapor

As controversas mudanças de formato olímpico feitas na Assembleia Geral da FEI em Tóquio continuam a ser um obstáculo entre a FEI e os atletas equestres de muitos países.

A FEI é obrigada a limitar as equipes olímpicas a três cavaleiros devido à decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de fixar o número máximo de cavalos e cavaleiros permitidos nas Olimpíadas, nas três disciplinas olímpicas equestres, para 200 atletas.

A principal oposição contra tal movimento da FEI é International Jumping Riders Club (IJRC), pois seus membros incluem a maioria dos melhores cavaleiros do mundo. O IJRC publicou sua proposta sobre a reforma do formato olímpico em 16 de novembro de 2016 aqui:

Note-se que das 134 federações, 60 não organizam eventos equestres, cerca de 17 não têm cavaleiros e 26 não têm cavalos.

Menos de 44 nações têm cavaleiros que competem a nível internacional em eventos de saltos.

Matematicamente falando, pode-se afirmar que a maioria das equipes de salto com cavaleiros e cavalos elegíveis é de cerca de 40 países, que têm uma chance reais de serem representados nos Jogos Olímpicos.

Os atletas sugerem fortemente que 12 (ou 13 ou 14) equipes de 4 atletas devem ser autorizados a participar nos Jogos Olímpicos. Mais espaço poderia, portanto, ser dado a indivíduos – 27 (ou 23 ou 19) cavaleiros – permitindo que um número maior de nações para competir do que atualmente.

Fonte: fair-endurance

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