Por Fora
das Pistas

Hall da Fama

Lucio Osório, no dorso de Aero Star Cooper

10 de maio de 2015

Lucio Osório conta um pouco da sua história para o PFDP. Confira!

PFDP: Quando começou a praticar o hipismo?
Comecei com 11 anos em Varginha-MG.

PFDP: Já fez dentro do esporte outras modalidades? Comente.
Sim, já fiz aulas de adestramento como preparação para o salto e por diversão já fiz muitos outras modalidades, sendo eles: CCE, tambor, polo e enduro, mais sem muito sucesso principalmente no ultimo que na única prova que fiz me perdi e não consegui nem terminar o percurso. Rsrs

PFDP: Participou das categorias de base? Alguma vitória inesquecível?
Sim, campeão mineiro pré-mirim, vice campeão mineiro mirim e pré junior e campeão brasileiro duas vezes por equipe, júnior e young rider.

PFDP: Acha que o esporte sofreu grandes alterações de dez anos para hoje? Comente se as mudanças foram positivas ou negativas.
Sím, algumas positivas e outras negativas. De positivo é o nível dos cavaleiros aqui no Brasil, que na minha opinião está melhor e mais bem equipado de cavalos.

De negativo vejo o valor das inscrições e taxas cada vez mais altos e as premiações cada vez menores na maioria dos concursos.

PFDP: Qual foi seu melhor cavalo até hoje? Por quê? Comente filiação e conquistas.
É difícil dizer o melhor, sempre montei bons cavalos, mais com certeza o mais marcante foi o Zurca SH, por não ter raça para o esporte mais um talento incrível, com ele tive muitas alegrias.

PFDP: Quando optou em seguir carreira no esporte? Teve algum grande ídolo ou um incentivador?
Desde quando comecei já me imaginava nesse esporte como profissional, mais foi aos 16 anos quando passei uma pequena temporada tendo aulas com meu amigo José Roberto Reynoso Fernandes Filho no CHSA que ví a rotina de um cavaleiro top no Brasil que cheguei a conclusão que era mesmo o que eu queria pra minha vida.

Meus grandes incentivadores sempre foram meus pais que me apoiaram nessa escolha e me deram todo o suporte que eu precisava pra que pudesse competir.

PFDP: Qual a principal mudança que percebeu nos últimos tempos na elaboração dos percursos?
Hoje os percursos estão mais rápidos, com menos tempo para pensar, e muito mais delicados.

PFDP: Onde monta atualmente?
No Haras Libertê em Porto Feliz-SP.

PFDP: Qual é a sua rotina de treinos?
Todos os dias.

PFDP: Qual é sua programação para o ano em curso?
Tenho uma programação feita de concursos aqui no Brasil até julho que inclui agora o CSI de maio na CHSA, CSI Copa São Paulo para mim. E os campeonatos paulistas e brasileiros de amador e pré-mirim para meus alunos.

E um projeto para os cavalos novos de propriedade do Haras Libertê de levarmos ao Mundial em Lanaken, na Bélgica, no segundo semestre.

PFDP: Qual é a principal meta a ser cumprida?
Minha meta sempre é evoluir, e lógico com bons resultados e vitórias!

PFDP: Conta com quais cavalos para as provas fortes da temporada?
Tenho para os Grande Prêmios esse ano uma égua que se chama Galipolli Ter Doorn, a Mimosa (chamamos de mimosa pois o tratador e eu não sabermos pronunciar o nome dela muito bem) rsrs. É uma égua que ainda estamos nos conhecendo mas já vem de bons resultados no Torneio de Verão e no nacional de Campinas. E também a Divine C, que é do meu aluno mas, as vezes, salto em alguns concursos.

PFDP: Se pudesse montar qualquer cavalo do mundo, qual seria? Comente!
Eu ressuscitaria o Hickstead. Ele era fantástico!!

PFDP: Para encerrar, conte-nos alguma vitória/prova que foi inesquecível!
Uma vitória marcante pra mim foi o título de campeão brasileiro junior por equipe representando Minas Gerais pois só tínhamos 3 na equipe, assim não tínhamos descarte, e mesmo assim conseguimos esse feito que até então era inédito para Minas Gerais.

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