Por Fora
das Pistas

Notícias

Luiz Francisco com seu segundo cavalo COLLIN, salvo do abate em 2014, (Suzy Forrest)

1 de Maio de 2018

História incrível: Collin do abate para as pistas

Um dia na Bélgica Luiz Francisco de Azevedo, o Chiquinho, recebeu o telefonema de um amigo, dentista de cavalos, convidando-o para ver um cavalo. No meio do caminho resolveu tirar mais informações a respeito do cavalo. Collin, hoje segunda montaria de Chiquinho nas principais competições,  então tinha 7 anos deveria estar fazendo as provas “baixas” (1,35m) ou de 1.20m se estivesse atrasado. E para a surpresa dele a resposta foi: não, ele nunca havia saltado nada.

Chiquinho pensou que ia perder seu tempo. Mas por amizade resolveu ir adiante. Montou o cavalo e era muito difícil conduzi-lo, controle praticamente inexistente. O amigo sugere então que desse uns saltinhos. “Ah não, assim já é demais, saltar nem pensar”, ponderou o cavaleiro. Mas acabou se rendendo ao pedido do amigo. Saltou e disse: “este cavalo não dá, dificilmente será competitivo o suficiente para mim e a condução difícil o torna inadequado para um cavaleiro amador.”

Mesmo assim o amigo fez uma proposta e explicou que o cavalo era dele e havia adquirido pelo preço da arroba (da mesma forma que é comprado o gado para abate) já que este seria seu destino do mesmo. Pediu que Chiquinho assumisse os custos do cavalo em troca de 50% do mesmo.

Ouviu mais um explicito não! Mas após mais um pedido do amigo ele concordou em levar o cavalo para casa e ver se no prazo de duas semanas ele melhoraria.

Uma semana depois, algo dentro de Chiquinho o incentivou a fazer o improvável e competir com o cavalo. Foi um zero a 1,.30 m, outro a 1.35m no dia seguinte e mais um zero a 1.40 metro no último dia! Chiquinho ficou com o cavalo que hoje é uma de suas duas principais montarias.

Fonte: Imprensa CBH com colaboração Suzy Forrest

  • Compartilhe
  • <

Os comentários estão desativados.