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Alunos de escola jauense fecham 2016 com premiações em várias categorias

20 de dezembro de 2016

Hipismo traz bons resultados a Jaú

Em Jaú se pratica o futebol, o futsal, o vôlei, o basquete, a natação, o caratê… Mas outro esporte que tem adeptos na cidade e na região é o hipismo, modalidade normalmente vista pelo público quando é realizada a Olimpíada.

Em dezembro de 2013, a recém-formada médica veterinária Ana Carolina Almeida Prado, 29 anos, mais conhecida por Cacá Prado, decidiu instalar no Município a Hípica Monte Alegre. Com pouco tempo de trabalho, a escola coleciona bons resultados, especialmente neste ano.

A hípica localiza-se na Fazenda Monte Alegre, com acesso pela Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-255), entre Jaú e Bocaina. Além da parte esportiva, atua também na equoterapia. Hoje a escola possui 32 cavalos e 70 alunos de Jaú e de cidades da região.

Alunos, professores e pais dos alunos participam de provas organizadas pela Associação Brasileira dos Cavaleiros de Hipismo Rural (Abhir). Cacá explica que há vários tipos de competições. Algumas das modalidades são compostas por etapas ao longo do ano. O vencedor é quem somar mais pontos.

Em agosto deste ano, dentro da programação da 26ª edição da Expojaú, houve etapas do campeonato de Salto – hipismo e escola especial – no Recinto de Exposições Sebastião Ferraz de Camargo, no Jardim Padre Augusto Sani, e competição de Hipismo Rural e Top Riders, na sede da hípica jauense.

Mais recentemente a escola de Jaú sediou prova do Grande Prêmio de Hipismo Rural. As competições foram realizadas nos dias 3 e 10 de dezembro.

Harmonia

Cacá atua como professora para iniciantes. O trabalho com alunos mais avançados é feito pelo professor Renato Brandolise Vidotto. Segundo Cacá, o objetivo da escola é harmonizar as partes esportiva e de interação entre aluno e cavalo. “Um esportista não será bom se não tiver desenvolvimento humano”, ressalta.

Em 2014, em seu primeiro ano hípico, a escola jauense conquistou o título de revelação do ano e teve três campeãs. No ano seguinte, a hípica emplacou duas campeãs. Em 2016, foram três campeãs anuais e vários campeões do Grande Prêmio. Cada categoria normalmente conta com a participação de 30 competidores.

Nas provas de salto, o tamanho dos obstáculos varia conforme a idade do aluno. Os mais novos precisam saltar uma barreira em forma de X. Já os adultos podem saltar até 1,20 metro de altura.

As competições de salto variam de um a 12 obstáculos. No caso do Hipismo Rural, o número é o mesmo, com variação entre salto, tambor e baliza, com figuras diferentes.

Nas provas de Top Riders são oito tipos de provas para escolha do melhor cavaleiro. Em cada prova há sorteio, com mescla de salto, hipismo rural, cross country, tambor e baliza. Em todas elas o aluno e o cavalo precisam mostrar sintonia para executar bem a tarefa.

Fonte: Comercio do Jahu

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