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Luiz Roberto Giugni, presidente da CBH, e Ricardo Leyser, hoje ex-secretário do Ministério do Esporte, no anúncio do patrocínio do BNDES ao hipismo (Foto: Glauber Queiroz/ME)

22 de julho de 2016

Hipismo desiste do patrocínio do BNDES

A Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) desistiu do patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), segundo Luiz Roberto Giugni, presidente da entidade, por causa da burocracia para aprová-lo. O dirigente conversou com ÉPOCA na última segunda-feira (18) no anúncio da equipe para a Olimpíada.

O banco foi designado em 2013 pela presidente afastada, Dilma Rousseff, para patrocinar o esporte olímpico. O hipismo, por meio da confederação, foi uma das modalidades escolhidas. O patrocínio existiu entre 2014 e 2015 e rendeu R$ 3,1 milhões à CBH, mas não foi renovado porque os dirigentes desistiram de encarar os procedimentos internos do BNDES pela segunda vez.

“A gente tinha de entrar com um novo processo dentro do BNDES e decidimos desistir de ir adiante. A burocracia era tão grande, tão grande, tão grande, que a gente entendeu que era um apoio importante, mas ao mesmo tempo tão difícil, tão cheio de burocracias, que não devia seguir adiante”, disse Giugni. A CBH faturou R$ 1,1 milhão com outros patrocínios em 2015.

Procurado, o BNDES decidiu não se manifestar sobre o comentário.

Fonte: Revista Época/RODRIGO CAPELO

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