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Cavalaria da PM vai perder 16 animais Foto: ​Divulgação PM/ES

1 de maio de 2015

Exames comprovam mormo em mais cinco cavalos no ES; 16 serão sacrificados

De acordo com o Idaf, 65 animais que fazem parte do plantel foram examinados. As duas propriedades da Polícia Militar permanecem em saneamento e ficarão interditadas por pelo menos 60 dias.

Um lado divulgado na última segunda-feira (27) apontou que mais cinco cavalos da Polícia Militar do Espírito Santo terão que ser sacrificados por terem sido identificados com a doença mormo. Na última sexta-feira (24) a  equipe de zoonoses já havia identificado outros 11 animais com a mesma doença.

De acordo com o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), todos os animais serão sacrificados nesta semana. Os cinco cavalos pertencem ao regimento da Polícia Montada, que ficam no Centro de Criação da Serra, e os outros 11 ao Centro de Criação de Cariacica.

De acordo com o Idaf, 65 animais que fazem parte do plantel foram examinados. As duas propriedades da Polícia Militar permanecem em saneamento e ficarão interditadas por pelo menos 60 dias.

Os outros dois focos de mormo estão localizados em propriedades particulares situadas em Viana e em Guarapari. As duas propriedades também estão sendo saneadas.

Doença

O mormo é uma doença infectocontagiosa provocada por bactérias, que acomete cavalos, burros e mulas. A doença pode ser transmitida a outros animais e, raramente, ao homem.

Prevenção e Controle

Como forma de garantir a prevenção e o controle da doença, o Idaf publicou uma portaria com medidas de defesa sanitária animal que tornou obrigatória a apresentação de exame e de atestado veterinário de ausência de sinais clínicos de mormo para o transporte dos animais dentro ou fora do Estado.

Além disso, a fim de evitar a disseminação da doença, o Idaf recomenda a adoção de ações de vigilância epidemiológica e que todos os médicos veterinários e profissionais da saúde mantenham-se alertas, no sentido de detectar precocemente animais doentes ou casos humanos suspeitos de mormo.

Fonte: Folha Vitória

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