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A partir do diagnóstico de que a égua está gestante, devem começar os cuidados na manutenção da prenhez e da saúde da mãe e do potro

30 de dezembro de 2018

Cuidados com a égua gestante e sinais de proximidade do parto

A partir do diagnóstico de que a égua está gestante, devem começar os cuidados na manutenção da prenhez e da saúde da mãe e do potro. Nesse período, é muito importante que as éguas gestantes não sejam mantidas confinadas junto às éguas vazias. Com o manejo adequado, elas podem fazer exercícios (que não sejam muito excessivos) até um ou dois dias antes do parto.

Mas é importante ressaltar que, no terço final da gestação, as marchas longas e os trabalhos fatigantes podem levar ao aborto. Desse modo, é mais conveniente ao criador mantê-las em um pasto mais próximo à cocheira, pois facilita as inspeções diárias. Essas cocheiras só deverão ser usadas para protegê-las das tempestades.

No quesito alimentação de éguas gestantes, é preciso que o criador tenha alguns cuidados. Nos três últimos meses de gestação, se a égua estiver pesando cerca de 500 Kg de peso vivo, ela vai necessitar de 18 mil calorias de energia por dia. Essa energia pode ser conseguida com a administração de carboidratos, gorduras e proteínas na dieta. No Brasil, os carboidratos são a fonte mais barata de energia, como o milho.

Quando a égua estiver em lactação, nos três primeiros meses, essa quantidade deve subir para 28 mil calorias. Além disso, deve ser fornecido a ela cerca de 40 a 50 litros de água por dia. No caso da égua gestante pesar em torno de 500 Kg, ela necessitará também de 470 g diárias de proteínas. Essa proteína pode ser conseguida administrando-se farelo de soja, por exemplo. Já nos três primeiros meses de lactação, essa quantidade deve subir para 950 g. A administração de forragem em grande quantidade e de boa qualidade fornece todas as vitaminas necessárias para a égua. O sal mineral deve ser colocado nos cochos, à vontade.

Quanto ao momento do parto, alguns sinais fisiológicos indicam sua proximidade. São eles:

De 6 a 2 semanas O úbere começa a se desenvolver, adquirindo um formato mais arrendondado. Algumas éguas podem não apresentar esse desenvolvimento ou fazê-lo precocemente nos primeiros meses de gestação.

De 6 a 4 dias O leite desce para as tetas.

De 48 a 24 horas Algumas gotas começam a pingar do úbere ou se coagulam nas tetas, dando a impressão de que está saindo um tubinho de parafina.

Fonte: Portal Agropecuário

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