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24 de setembro de 2017

Critério equipe brasileira de Rédeas Jogos Equestres Mundiais 2018

Para a formação da Equipe Brasileira de RÉDEAS que representará o Brasil nos Jogos Equestres Mundiais 2018, serão adotados os critérios abaixo:

1. Qualificação aberta a concorrentes que atendam as condições definidas pela FEI para o WEG 2018. Todos os candidatos deverão estar cientes e conhecer as regras da FEI para o WEG 2018.

2. Serão disponibilizadas 3 (três) vagas para concorrentes nos EUA e 3 (três) vagas para concorrentes no Brasil que desejem participar da equipe brasileira que disputará os Jogos Equestres Mundiais em 2018.

3. Todos os concorrentes, (cavaleiros e proprietários), para a inscrição nas provas CRI 3* (Concurso de Rédeas Internacional 3*), deverão firmar compromisso de participação na equipe, caso selecionados nas condições definidas neste regulamento. A responsabilidade por documentação do cavalo e cavaleiro é do concorrente a vaga.

4. As provas CRI 3* no Brasil, serão realizadas em novembro 2017 durante o Super Stakes ANCR, março de 2018 durante o Derby ANCR e em maio/junho de 2018 durante o Haras Dan.

5. O Time Brasileiro será formado por 4 cavaleiros concorrendo por equipe e 6 cavaleiros concorrendo no individual (dos 6 cavaleiros individuais, 4 são participantes por equipe). A definição dos atletas (cavaleiros e 2 cavalos) que participarão da equipe brasileira e dos concorrentes individuais ocorrerá em junho de 2018.

Após esta data e até a data limite dentro da regra da FEI, somente em casos extremos, e a critério do Chefe de Equipe, Diretor da CBH e Diretores da ANCR poderá ser substituído o animal ou cavaleiro selecionado.

6. A seleção seguirá a seguinte Regra:

No Brasil

a) Atendimento às exigências da FEI. Documentação do cavalo e cavaleiro deverão estar em dia com a CBH/FEI.
Os melhores resultados das 3 (três) CRIs 3* disponibilizadas. Será descartada a menor nota e faremos uma média das 2 (duas) maiores notas validas para termos a nota do cavaleiro. As 3 (três) melhores médias serão os classificados. A nota será do cavaleiro, ou seja, não importa o cavalo. O cavalo pré-classificado é o de maior nota, podendo ser alterado após consulta e aprovação da CBH. Para tanto o cavalo também deve estar qualificado nas regras da FEI.

Nos EUA

a) Atendimento às exigências da FEI. Documentação do cavalo e cavaleiro deverão estar em dia com a CBH/FEI.
b) Deverão participar de 3 (três) CRIs 3*. Será escolhido pela comissão dos Jogos Equestres Mundiais 2018. O critério de escolha dos cavaleiros será performance nos CRI´s realizados para seletiva, avaliação técnica atual de cada cavaleiro, ranking e retrospectiva dos concorrentes. A comissão dos Jogos Equestres Mundiais será formada pelo Chefe da Equipe Brasileira, técnico da equipe, diretor da CBH e Diretoria da ANCR.

7. A equipe selecionada, definida até final de junho de 2018, deverá participar de treinamento conjunto, com orientação do técnico e administrativa do Chefe de Equipe, em período da ordem de 15 (quinze) dias antes da data definida de entrada dos concorrentes no local do WEG 2018. Nesse período os membros da equipe estarão alojados nas dependências do Cardinal Ranch, onde além dos treinamentos técnicos em pista, repassarão os procedimentos e regras da FEI para a competição.

8. Estão previamente definidos os seguintes membros da Comissão Técnica:
– Chefe de equipe – João Marcos Cardinal
– Treinador da equipe – Ruben Vandorp
– Diretor CBH – Francisco Moura
– Presidente da CBH – Ronaldo Bittencourt Filho
– Diretoria Técnica CBH – Valdir de Araújo
– Diretoria da ANCR (Diretor Presidente e Diretores Vice-Presidentes)

Caso alguma destas pessoas estejam concorrendo ou com algum parente concorrendo o voto não será valido.

9. As despesas referentes à participação do atleta e animal no WEG 2018 serão de responsabilidade do atleta / proprietário. Caso a CBH consiga captar verba através da Lei de Incentivo ao Esporte, será repassado aos concorrentes selecionados para o WEG 2018.

Os cavaleiros interessados em integrar a Equipe de Rédeas do Brasil deverão firmar e cumprir o Código de Conduta do Atleta.
Na hipótese de dúvida na interpretação e aplicação deste regulamento ou nos casos omissos, caberá à CBH definir o critério a ser utilizado.

Rio de janeiro, 06 de setembro de 2017.

Diretoria Técnica CBH Diretoria de Rédeas CBH

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