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29 de maio de 2015

Corridas de cavalos atraem cada vez mais investidores estrangeiros

O mercado francês é o primeiro a dar sinais sobre o potencial de Portugal enquanto futuro mercado de corridas de cavalos, na sequência da aprovação da lei das Apostas Hípicas em Fevereiro passado pelo governo português.

A demonstrar isso mesmo está o canal de televisão Equidia, que está em Portugal para conhecer mais sobre o potencial do mercado nacional.

A equipa francesa irá filmar a Reunião de Corridas de Cavalos, inserida no Campeonato Nacional de Corridas de Cavalo de Galope e Trote, a 1 de Maio, no Hipódromo de Felgueiras – Quinta da Granja.

Já confirmada está a presença do secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, do professor doutor Nuno Vieira e Brito, e da sub-secretária de Estado adjunta do vice-primeiro-ministro, Vânia Dias da Silva, além outras individualidades do Estado português, das autarquias e do mundo empresarial e associativo.

A Liga Portuguesa de Criadores e Proprietários de Cavalos de Corrida – LPCPCC reconhece o interesse de vários parceiros internacionais, mas os franceses – com grande experiência neste mercado – estão na linha da frente, reconhecimento do trabalho da associação portuguesa com as congêneres Cheval Français e da France Galop.

“Apesar do estado embrionário da atividade em Portugal, os franceses, que têm uma das mais desenvolvidas indústrias de corridas de cavalos do mundo, olham para o potencial de crescimento de Portugal com bastante interesse, até porque esta seria uma oportunidade para darem a conhecer os seus cavalos – o Puro Sangue Inglês, o Puro Sangue Árabe e, em particular, o Trotador Francês”, afirma Ricardo Carvalho, presidente da LPCPCC.

A LPCPCC salienta ainda que também o mercado português se entusiasmou com este novo segmento de atividade.

“Reflexo da elevada expectativa criada em torno das corridas de cavalos em Portugal é o número crescente de autarquias que já manifestaram à LPCPCC, o interesse em construir hipódromos e o número significativo de investidores nacionais e estrangeiros interessados em investir na atividade”, explica Ricardo Carvalho.

Com a aprovação da lei que atribui, em exclusivo, a exploração das Apostas Hípicas à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o mercado das corridas de cavalos podem vir a gerar 300 milhões de euros por ano e cerca de seis mil postos de trabalho.

Fonte: Diário Digital

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