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Vitória de Luciana Diniz seria "cereja no topo do bolo"; Fotos: EPA

8 de julho de 2015

Cascais recebe Global Champions Tour

O presidente do Concurso de Saltos Internacional de Cascais (CSI), uma das 15 etapas do principal circuito mundial de hipismo, considera que uma vitória da olímpica portuguesa Luciana Diniz seria “a cereja no topo do bolo”.

“Tenho grande esperança que ganhe aqui. Cá já foi várias vezes ao pódio. Se vencesse seria a cereja no topo do bolo, espero que aconteça, mas não será fácil”, disse Duarte Nobre Guedes, à agência Lusa.

O CSI de Cascais vai juntar no Hipódromo Manuel Possolo, entre quinta-feira e sábado, a elite do hipismo mundial em mais uma etapa do Global Champions Tour (GCT).

“Vamos ter em Cascais os melhores do mundo. Teremos presentes os três primeiros do “ranking” mundial. Em prova vão estar sete cavaleiros do “top-10″”, afirmou Duarte Nobre Guedes.

Após oito provas, a cavaleira Luciana Diniz chega a Cascais na liderança do GCT, à frente do britânico Scott Brash, número um da classificação mundial.

Duarte Nobre Guedes considera que o facto de Cascais receber o evento pelo 10.º ano consecutivo “é a confirmação de um grande sucesso”.

“O Global Tour começou em Cascais em 2005. Inicialmente eram cinco eventos, atualmente são 15, pelo caminho ficaram vários e outros vieram juntar-se. Cascais é o único que se mantém desde o início, isto é a confirmação de que a prova ganhou o seu espaço”, considerou.

Apesar de o evento ser negociado “ano a ano”, Duarte Nobre Guedes acredita que Cascais vai continuar a receber uma prova do GCT, que reúne os melhores cavaleiros mundiais.

“É sempre negociado ano a ano, mas há perspectiva de continuar. Cascais tem um palco bonito e atrativo para este evento, e tem, desde há muito, uma forte ligação ao hipismo”, disse.

Nos três dias do evento, que terá entrada livre e transmissão numa cadeia televisiva internacional especializada em desporto, são esperados cerca de 7.000 espectadores.

Segundo Duarte Nobre Guedes, o evento tem um custo que ronda o milhão de euros, suportado pelos organizadores.

O circuito GCT, composto por 15 provas, termina em novembro no Qatar, depois de passar por França, Inglaterra, Holanda, Itália e Áustria.

Fonte: LUSA

 

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