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24 de Abril de 2018

Bem-estar de cavalos esportistas é tema do stand Guabi no 28º Congresso ABQM

Entre os dias 23 e 29 de abril a cidade de Avaré, no interior de São Paulo, recebe o 28º Congresso Brasileiro Conformação e Trabalho da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM).

Para orientar os mais de cinco mil conjuntos, que são esperados no Congresso, a Guabi Nutrição Animal dispõe de uma equipe preparada para tirar todas as dúvidas sobre a importância da alimentação correta e do bem-estar dos cavalos esportistas durante todos os dias do evento.

Mercado de cavalos Quarto de Milha – Segundo dados da ABQM cerca de 29 mil cavalos da raça foram comercializados no Brasil, com preço médio de R$ 25 mil, nos últimos cinco anos. Durante o mesmo período o Stud Book da ABQM, um livro de registro dos cavalos da raça, que atualmente tem 544 mil animais cadastrados, registrou mais de 130 mil potros distribuídos entre os 107 mil proprietários da raça no país. Esse crescimento de mercado é reflexo do alto investimento em melhoramento genético, nutrição, medicamentos, profissionais e treinadores.

Hoje o cavalo é utilizado para diversas atividades: esportiva, trabalho, agropecuária, equoterapia, lazer, etc. Com tantas práticas disponíveis, os criadores, a cada dia, buscam alternativas alimentares e tecnologias que possam aumentar o desempenho e o bem-estar de seu animal pois um equino disposto, produtivo e saudável é resultado de uma boa alimentação. Todos os nutrientes têm participação fundamental para o bom funcionamento do organismo dos cavalos, entretanto, se colocados em excesso ou não forem adicionados na alimentação do animal, podem alterar de forma negativa as ações de alguns genes e comprometer o metabolismo do animal, tornando-o mais suscetível as doenças, ao estresse e a baixo desempenho.

Com o objetivo de estudar detalhadamente as necessidades deste animais, a Guabi criou a genômica nutricional, que consiste em avaliar a interação dos alimentos x genoma. Ou seja, permite esclarecer melhor o mecanismo de ação das substâncias biologicamente ativas contidas nos alimentos e seus efeitos no genoma – informação hereditária de um organismo que está codificada no ácido desoxirribonucleico (DNA) – que carrega informações genéticas – e/ou em alguns vírus, no ácido ribonucleico (RNA) – responsável pela síntese de proteínas da célula.

Em outras palavras, esta análise é feita através de um estudo realizado pelo mapeamento do genoma do equino, de acordo com o sexo, raça, padrão genético, espécie, etc, identificando a ação direta ou indireta de cada nutriente nos códigos genéticos, que podem se manifestar em uma fase da vida do animal, de uma forma positiva ou negativa. Desta forma, através da genômica nutricional, é possível se antecipar a quaisquer ações ofensivas do organismo, prevenir de doenças futuras e minimizar o risco de doenças crônicas, pois identifica os genes que influenciam o risco de doenças metabólicas, em virtude de uma má alimentação.

“É possível aperfeiçoar o desenvolvimento do rebanho, gerar lucratividade e segurança, com a definição de dietas “personalizadas”. Além de evitar perdas, estabelecer estratégias e fazer a manutenção da saúde do animal, antecipando a uma futura enfermidade. O resultado é o sucesso nos negócios”, ressalta Sigismundo Fassbender, gerente para Equinos da Guabi.

Atenta às necessidades do setor, a Guabi – uma das mais conceituadas empresas do setor –em parceria com a Alltech – oferece para a equinocultura brasileira o conceito da nutrigenômica, identificando a aplicação de aditivos nutricionais diferenciados com o selo GEN – Genômica Nutricional Guabi. Uma das novidades é a adição de ômega 3-DHA.  Considerado como ácido graxo essencial, o ômega 3-DHA não é sintetizado pelo corpo dos equinos, portanto, é altamente recomendado que seja ingerido na dieta. Dentre os benefícios estão a melhora reprodutiva, proporcionando maior qualidade espermática e redução da inflamação uterina no pós-parto; melhor desenvolvimento fetal e neonatal (funções cognitivas e aprendizado); ação anti-inflamatória; melhor resposta imunológica; maior aporte energético e melhor saúde cardiovascular, resultando em desempenho esportivo superior.

Fonte: Assessoria guabi

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